A folha de Setembro do funcionalismo público estadual de quase R$ 240 milhões foi fechada sem contemplar os Planos de Cargos e Salários, aprovados pela gestão passada. O secretário de Administração, Anselmo Carvalho, observa que o acordo com as categorias condiciona a implantação dos planos à saída do limite da Lei de Responsabilidade Fiscal. Os sindicatos afirmam que não foi esse o acordo e se preparam para nova temporada de greve.
O documento assinado pelo secretario chefe da casa civil Paulo de Tarso, em nada serviu.



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